A caça de javalis, liberada no RS em função da proliferação desses animais que acabam por destruir plantações inteiras quando em grandes manadas, trouxe de volta para o mercado as chamadas “facas de caça”, mais precisamente as “facas javalizeiras”.

Há um entendimento no mundo todo de que uma faca de caça não necessariamente seja usada para caçar o animal, mas sim para corear e trabalhar sua carcaça. São facas mais resistentes, espessas e muitas vezes com pontas mais agudas. No caso das javalizeiras, elas são sim para o abate do javali e por isso possuem algumas características bastante singulares.

A primeira delas é o tamanho: uma javalizeira precisa ser maior do que uma faca comum, de lida ou de churrasco. Geralmente se parte de 10 polegadas. A segunda, como já foi dito, é a espessura: ela precisa de muita rigidez para garantir que não vá quebrar ou entortar durante o processo. A terceira característica é a ponta: ela precisa ser pontiaguda para permitir que atravesse o couro espesso do javali sem muita dificuldade. E a última característica peculiar é a guarda: guarda é o nome que se dá àquela estrutura que fica acima do cabo, na união entre ele e a lâmina. Ela serve para proteger a mão do usuário da faca. Quanto maior e mais espessa a guarda, mais proteção. Mas equilíbrio é a chave, pois uma guarda muito grande dificulta no transporte e pode até mesmo cair. Problemão em meio a uma caçada.

O exemplar da Facas Coqueiro tem todas as características para uma boa javalizeira. Possui quase 15 polegadas de lâmina e 3,5 mm de espessura. Sua ponta é aguda e nos dois sentidos, o que facilita a penetração. O cabo é reforçado com empunhadura chata e possui uma generosa guarda para proteção do caçador, mas que não atrapalha na hora de carregá-la na cintura. Mas o melhor de tudo? Está com 50% de desconto até o dia 4 de agosto, na promoção do Mês dos Papais. Vai perder?